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Decisão - Hora de decidir!

Situação inesperada, pressão do tempo, falta de informações... É preciso decidir... Tudo parece perdido...
Já passou por um momento desses em que tomar a decisão acertada seria o único caminho e um erro seria fatal? Provavelmente sim. Nessa hora, o medo é o companheiro mais comum; a dúvida, a única certeza. Como sair dessa enrascada sem deixar seqüelas? Primeiro passo é compreender que medo, indecisão, são sentimentos naturais. Até os mais experientes passam por isso. A questão é não deixar que os paralise. Eles precisam impulsionar suas atitudes em busca da solução. Em seguida é necessário compreender a situação. Tem risco elevado? Foi inesperada? Proveniente de um conflito? Solução simples? O que fez com que isso acontecesse? Depois que entendeu as causas do problema, é hora de encontrar as alternativas de solução. Em geral, há mais de uma. O sentido único, não é o único sentido. Não permita que as dificuldades ofusquem sua visão. Alternativas sempre existem. Algumas vezes disfarçadas de problemas; outras, apenas visíveis aos olhos treinados. Vá além do óbvio. Pensar diferente pode ser a saída. Como nem todas alternativas levam ao mesmo caminho. E nem todos os caminhos lhe encaminham à solução, há de se avaliar com cuidado e escolher a melhor delas. Nesse momento, quanto mais informações, menor o risco de erro. Quanto mais alternativas de solução, maior as possibilidades de acerto. A tomada de decisão exige coragem. É um ato solitário. Você pode levantar o máximo de informações, ouvir várias pessoas, estudar bastante a situação, mas a decisão final e a responsabilidade por ela, serão sempre sua. Minimize as possibilidades de erro, mas vá em frente. Tome a decisão e avalie, em seguida. Às vezes a demora em tomá-la, pode se reverter no maior deslize. Não há erro que não possa ser revisto e corrigido, ainda que em outro momento. Coragem! Acerte no alvo, se não for possível, pinte o seu próprio alvo, mas FAÇA ACONTECER!

BARREIRAS NA TOMADA DE DECISÃO

• Ilusão do controle - achar que é o dono da situação e ignorar riscos. Resultado: dificuldade em avaliar objetivamente as chances de sucesso ou distorção na análise da situação. Conseqüência: decisão inadequada.

• Resultado curto prazo - o desejo por resultados imediatos pode levar a escolha errada, a decisões precipitadas.

• Pressões do tempo:

• Demora na decisão - pode ser irrelevante ou desastrosa. A demora na decisão ou uma decisão precipitada costuma ser a pior das escolhas. Aliás, a própria ausência de decisão, já é uma escolha. Uma omissão que pode custar caro. Portanto, seja pró-ativo, procure por informações atuais, em tempo real, sem atrasos.

• Tendência - quando há pouco tempo para se tomar decisões, a tendência é restringir análises, suprimir conflitos, tomar decisões por si só, sem ouvir o grupo. Em algumas situações isso é inevitável, mas sempre que possível, ouça os especialistas, pessoas com visão diferente. Envolva peritos confiáveis nas decisões.

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