Entrevista: Angela Nerly Pereira
Na semana da mulher, a coluna ouviu Angela Nerly Pereira, 47 anos, paulista de Lucélia, residente há mais de 30 anos Belém. Ao longo de sua carreira acumulou alguns prêmios: "Corretor de Imóvel do Ano" e "Mulher Empreendedora". À frente da Chão e Teto Imobiliária, durante 20 anos, Ângela começou a trabalhar muito cedo. Em seus empreendimentos algumas de suas características mais marcantes: ousadia, coragem e crenças positivas. Acompanhe a entrevista:
1. Trajetória
Aos quinze anos trabalhava com minha mãe em uma farmácia em Goiás. Em Belém, inicialmente trabalhei numa agência de turismo, depois comecei a montar vários negócios sempre em sociedade com algum membro da minha família, que é muito numerosa. Tivemos clínica odontológica, farmácia, loja de roupas praia e fitness, comidas congeladas, franquia de colchões. Mas foi na Chão e Teto, que me identifiquei completamente.
2. Crenças
As crenças são muito importantes em minha vida. Elas agem como profecias auto-realizadoras. Acredito em tudo de bom. Acredito no trabalho cooperativo entre as pessoas, acredito que não existe fracasso, apenas erros, resultados que geram crescimento, aprendizado. Acredito também que tudo que fazemos com carinho, amor, comprometimento não tem como dar errado, acredito que quando a atuação profissional é prazerosa, propicia satisfação interior, deixa o coração preenchido e pleno, o que leva o profissional a dar o seu melhor.
3. O que te impulsiona?
A atividade que faço é realizada com o coração. Adoro o que faço. Trabalho diretamente realizando sonhos dos meus clientes. Além disso, tenho ajudado através de constantes treinamentos no desenvolvimento profissional de toda equipe da Chão e Teto.
4. A mulher atual
A mulher tem uma atuação intuitiva, uma visão muito mais humana dentro de uma empresa, e isso é fundamental, porque o mundo inteiro está preocupando-se com o lado social dos negócios. As mulheres já nascem com esse dom.
De mulher para mulher...
As mulheres precisam ousar, deixar de lado o medo de errar e desenvolver sua trajetória profissional, assumindo cargos de gerência ou como empreendedora de seus negócios. Elas têm que acreditar que podem fazer e acontecer.
Angela Nerly Pereira
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